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Um grupo de doentes advoga melhor tratamento e cuidados de saúde para pessoas co-infectadas com VIH/VHC no sul da Europa
Organizações de doentes de França, Itália, Portugal e Espanha juntaram-se para criar uma rede designada por SENCA e com o objectivo de lutar por melhores tratamentos e cuidados de saúde, no Sul da Europa, para doentes co-infectados por VIH e Hepatite C.
Os dados sobre co-infecção VIH/HCV variam entre os 30% – 70% nos países do sul da Europa, sendo a doença hepática a maior causa de morte nas pessoas seropositivas para o VIH nesta região.
O VIH pode acelerar a progressão do vírus da hepatite C, e apesar do tratamento estar disponível, este só surte efeito em cerca de um terço dos doentes seropositivos para o VIH com uma infecção prolongada por vírus da Hepatite C. O tratamento para a hepatite C pode causar efeitos adversos. É também conhecido que os doentes co-infectados vivem com pressões psicológicas e sociais acrescidas.
Devido à variabilidade nos cuidados de saúde, nos serviços e apoios disponíveis para os doentes co-infectados, no sul da Europa, as organizações de doentes juntaram-se em Bilbau, no final de 2007, para uma reunião que conduziu à criação da rede SENCA.
Desde então, a rede tem trabalhado para aumentar o acesso à terapêutica da hepatite C e, quando necessário, ao transplante hepático nas pessoas seropositivas para o VIH. Outra prioridade tem sido o trabalho desenvolvido junto dos cientistas com o objectivo de influenciar as agendas de investigação.
A SENCA tem quatro prioridades para 2008:
As orientações para o transplante hepático em pessoas com VIH foram emitidas no Reino Unido em 2005 e as Orientações Britânicas para o tratamento da co-infecção VIH/VHC foram desenvolvidas em 2004. Os estudos realizados até à data demonstram bons resultados em doentes com VIH em tratamento anti-retroviral (ARV) que efectuaram um transplante hepático devido à infecção pelos vírus da hepatite C ou B.
Para obter mais informações sobre a SENCA entrar em contacto com Joan Tallada.
Os dados sobre co-infecção VIH/HCV variam entre os 30% – 70% nos países do sul da Europa, sendo a doença hepática a maior causa de morte nas pessoas seropositivas para o VIH nesta região.
O VIH pode acelerar a progressão do vírus da hepatite C, e apesar do tratamento estar disponível, este só surte efeito em cerca de um terço dos doentes seropositivos para o VIH com uma infecção prolongada por vírus da Hepatite C. O tratamento para a hepatite C pode causar efeitos adversos. É também conhecido que os doentes co-infectados vivem com pressões psicológicas e sociais acrescidas.
Devido à variabilidade nos cuidados de saúde, nos serviços e apoios disponíveis para os doentes co-infectados, no sul da Europa, as organizações de doentes juntaram-se em Bilbau, no final de 2007, para uma reunião que conduziu à criação da rede SENCA.
Desde então, a rede tem trabalhado para aumentar o acesso à terapêutica da hepatite C e, quando necessário, ao transplante hepático nas pessoas seropositivas para o VIH. Outra prioridade tem sido o trabalho desenvolvido junto dos cientistas com o objectivo de influenciar as agendas de investigação.
A SENCA tem quatro prioridades para 2008:
- Advocacia e trabalho de rede;
- Iniciar um estudo que tenha como objectivo encontrar as causas que determinam o atraso ou o não referenciamento atempado das pessoas co-infectadas que precisam de um transplante hepático;
- Promover linhas orientadoras/guidelines para o tratamento da hepatite C e de acesso ao transplante hepático em co-infectados e assegurar que existe uma harmonização das linhas de orientação no sul da Europa;
- Estabelecer um diálogo com o European Register of Liver Transplant in Coinfected People.
As orientações para o transplante hepático em pessoas com VIH foram emitidas no Reino Unido em 2005 e as Orientações Britânicas para o tratamento da co-infecção VIH/VHC foram desenvolvidas em 2004. Os estudos realizados até à data demonstram bons resultados em doentes com VIH em tratamento anti-retroviral (ARV) que efectuaram um transplante hepático devido à infecção pelos vírus da hepatite C ou B.
Para obter mais informações sobre a SENCA entrar em contacto com Joan Tallada.
