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Os homossexuais querem informação explícita sobre promoção da saúde sexual na Internet, segundo um estudo americano
O maior estudo alguma vez realizado para avaliar a informação de promoção da saúde que os homossexuais (que usam a Internet para encontros) gostariam de ter, revelou que os materiais sexualmente explícitos são, não só bem recebidos por um leque demográfico diverso, como são os escolhidos em comparação com materiais escritos que não contenham imagens e comunicação técnica, no que se refere ao risco de infecção entre homens que têm sexo com homens.
O inquérito, recentemente publicado na versão online da revista AIDS and Behavior, atingiu mais de 2.700 utilizadores do site americano dirigido aos homossexuais, gay.com, e concluiu que os seus utilizadores querem informação que cubra muito para além da prevenção do VIH, nomeadamente aspectos relacionados com a saúde sexual e mental.
Embora haja actualmente um número significativo de homossexuais que usa a Internet para encontros sexuais casuais, o conceito de usar este meio como ferramenta de prevenção da infecção pelo VIH entre este grupo, é relativamente novo, e como tal existem poucos dados que ajudem a provar a eficácia deste tipo de intervenção.
(ver o relatório da Conferência Internacional de Toronto, 2006, onde se discute os vários tipos de intervenções que existem actualmente).
Para rectificar esta situação, um grupo de investigadores da Universidade do estado da Pensilvânia e a Universidade de Minnesota, realizaram (on-line) durante 3 meses de 2005 uma avaliação de necessidades, para ajudar a responder a quatro questões:
Um total de 2.716 homossexuais masculinos completaram um inquérito após terem “clicado” num banner (janela de anúncio) do site gay.com. Para serem elegíveis, os participantes concordaram que eram utilizadores homens, maiores de 18 anos, residentes nos EUA e que tinham sexo com homens. Os participantes recebiam 10 dólares após completarem o inquérito, sendo que o pagamento aumentou para 20 dólares, no terceiro mês, para a obtenção um maior recrutamento.
Os participantes eram de etnias diversas, sendo que aproximadamente três quartos declararam não ser brancos: 25,1% eram latinos, 18,9% americanos de origem asiática e 16,4% afro-americanos.
Uma grande proporção (42,7%) tinha idade compreendida entre os 18 e os 24 anos, mas os homens mais velhos também estavam representados: 26,7% tinham entre 30 e 39 anos e 11,8% tinham mais de 40 anos de idade. Quase todos tinham pelo mesmo atingido o ensino secundário e 29% eram estudantes universitários.
Dos 2.322 homens que responderam à pergunta, 20% admitiram que tinham tido mais do que uma relação sexual anal não protegida nos últimos seis meses. Contudo, a grande maioria (95,6%) dos participantes referiu ser seronegativo para o VIH.
Materiais sexualmente explícitos
Os investigadores concluíram que a linguagem, as imagens, representações e media, com um alto grau de explicitação sexual eram bem aceites por todas as idades e etnias. Pelo menos 90% concordou (apenas 3% discordou) que as histórias sexuais e as imagens de homens que envolviam masturbação, sexo oral ou anal, fotografias de pénis, demonstrações explícitas e o uso de calão (em vez de termos técnicos ou médicos) eram bem ou totalmente aceites.
Os autores referem que as imagens menos aceites foram as relacionadas com os actos sexuais entre homem e mulher, pois apenas 74% dos participantes as consideraram aceitáveis, sendo que 13% reagiram de forma neutra e igual percentagem considerou que este tipo de imagens eram de alguma maneira ou totalmente inaceitáveis.
Os homens que referiram ter tido mais recentemente relações sexuais anais não protegidas foram os que maioritariamente consideraram como aceitáveis imagens relativas a sexo em grupo entre homens (90% vs. 85%, p <0.002), mas que significativamente menos aceitavam imagens de actos sexuais homem - mulher (68% vs. 74%, p<0.01).
Não foram encontradas diferenças consistentes em termos de aceitação de materiais sexualmente explícitos entre os homens de diferentes etnias, embora referissem que os participantes brancos se situavam nos extremos, ou seja, como os que mais aceitavam ou como os que menos aceitavam este tipo de imagens.
Áreas de maior ou de menor interesse
Pelo menos 4 em cada 5 homens que participaram no estudo expressaram interesse nos seguintes tópicos: como ser um melhor amante (86%); saúde sexual masculina (86%); aspectos relacionais (83-85%); compreensão da sua própria história sexual e seus efeitos (83%).
Em contraste, os três assuntos com menos interesse foram: ajuda para assumir a homossexualidade (48% referiram interesse, 24% neutrais e 28% sem interesse); avaliação do uso de álcool ou drogas (41% referiram interesse, 25% neutrais e 33% sem interesse); lidar com o abuso sexual (32% interesse, 30% neutros e 38% referiram sem interesse).
Os homens brancos expressaram, de forma consistente, menos interesse pelos assuntos de saúde sexual que os participantes de outras etnias.
Os homens mais velhos mostraram-se mais interessados que os jovens nos assuntos que se referiam ao envelhecimento dos homossexuais e, surpreendentemente, ao correcto uso do preservativo (47% nos grupos com idades compreendidas entre os 30-39 e 40-49 anos versus 60% no grupo dos homens com mais de 50 anos).
Ao contrário, os participantes mais jovens demonstraram mais interesse que os mais velhos nos tópicos sobre como assumir a sua homossexualidade, ter relações anais sem dor e uso de álcool e drogas. Um outro artigo de dois dos co-autores deste estudo, Horvath e Rosser, que examinou os comportamentos de risco dos jovens homossexuais, com idades compreendidas entre os 18 e os 24 anos, que se encontravam através da Internet ou por outros meios, concluiu que os riscos de abuso de álcool ou drogas ou de sexo anal desprotegido não estavam relacionados com o meio escolhido para os encontros sexuais.
Os homens que referiram mais recentemente relações sexuais anais não protegidas foram os que demonstraram maior interesse nos tópicos de avaliação do uso de álcool e drogas, em comparação com os que não referiram este tipo de prática sexual (47% vs. 39%; p <0.002), mas interessaram-se significativamente menos pelos assuntos relacionados com o uso correcto do preservativo (43% vs. 54%; p <0.001), maneiras de se sentir bem consigo próprio (71% vs. 77%; p <0.01) e ajuda para assumir a orientação sexual (41% vs. 49%; p <0.004).
Para além disto, os autores encontraram várias diferenças, com significado estatístico, entre os homens seropositivos para o VIH e os seronegativos, que tinham uma maior magnitude que as diferenças encontradas entre as diferentes etnias, idades ou nível de educação.
Os homens seropositivos para o VIH, em comparação com os seronegativos, tinham significativamente menos interesse por: negociação de sexo seguro on-line (53% vs. 66%; p <0.003); relações sexuais anais sem dor (57% vs. 75%; p <0.001); uso correcto do preservativo (34% vs. 52%; p <0.001), assumir a homossexualidade (29% vs. 49%; p <0.001); e planos a longo prazo para prevenir a infecção/transmissão do VIH (56% vs. 70%; p <0.002).
Fontes de informação
As fontes de informação on-line sobre sexo seguro, infecções de transmissão sexual ou sobre outros assuntos de saúde sexual mais utilizadas pelos homossexuais foram os sites gay, como por exemplo, gay.com (67%) e outros sites na Internet sobre saúde, tais como WebMD, Yahoo! Health e o San Francisco Department os Public Health’s Ask Dr. K (56%).
Apenas 30% dos participantes confiavam em blogs ou em boletins on-line; 29% consultavam sites governamentais, tais como a página do CDC (que os investigadores caracterizaram com “o site líder nacional sobre saúde”); 21% usavam as banais páginas de media; 13% o site das respectivas companhias de seguros de saúde e 9% obtiam informação do seu médico directamente por correio electrónico.
Recomendações
Os autores concluem sugerindo que “os sites de informação geral e especializados em saúde mais populares deveriam conduzir estudos usando membros com comportamentos de risco para avaliar se a informação está acessível, se é credível e se tem valor”.
Dado que certos tópicos não tinham interesse para homens de diferentes idades, etnias, sexo anal não protegido ou estatuto VIH, os investigadores sugerem que, com vista a “reter os participantes, as intervenções na Internet deveriam ser construídas de maneira que a navegação permitisse saltar os tópicos que não são de interesse e que quando o tópico é central (por exemplo, o uso do preservativo) mas com baixo interesse (por exemplo, demonstração sobre o uso correcto do preservativo), deveriam ser tentadas novas técnicas para o motivar os participantes no uso do preservativo”.
Para além disso e uma vez que os homens seropositivos e os homens que têm relações anais não protegidas “estarão entre os que terão mais possibilidade de transmitir ou de se infectar com o VIH, é necessário mais investigação com vista a identificar se, e de que maneira, a prevenção pode atingir este tipo de participantes”.
Concluem, recomendando que os especialistas na promoção da saúde que planeiam a criação de ferramentas de prevenção do VIH baseadas na Internet, deveriam integrar nos sites e focar a sua atenção nos seguintes aspectos: re-envolvimento dos homens seropositivos e dos homens que têm relações anais não protegidas com múltiplos parceiros; considerar o uso “de imagens sexualmente explicitas”; integrar “a prevenção da infecção pelo VIH nos tópicos mais alargados de saúde sexual e mental”; dar atenção aos aspectos de navegação do site; incorporar aspectos, tais como “comunicação entre -pares e contacto com especialistas em comportamento sexual e homossexualidade”.
Referência:
Hooper S et al. An online needs assessment of a virtual community: what men who use the internet to seek sex with men want in internet-based HIV prevention. AIDS Behav 11 published online, April 2008.
Horvath KJ et al. Sexual risk taking among young internet-using men who have sex with men. Am J Public Health 98 (6), published online, June 2008.
O inquérito, recentemente publicado na versão online da revista AIDS and Behavior, atingiu mais de 2.700 utilizadores do site americano dirigido aos homossexuais, gay.com, e concluiu que os seus utilizadores querem informação que cubra muito para além da prevenção do VIH, nomeadamente aspectos relacionados com a saúde sexual e mental.
Embora haja actualmente um número significativo de homossexuais que usa a Internet para encontros sexuais casuais, o conceito de usar este meio como ferramenta de prevenção da infecção pelo VIH entre este grupo, é relativamente novo, e como tal existem poucos dados que ajudem a provar a eficácia deste tipo de intervenção.
(ver o relatório da Conferência Internacional de Toronto, 2006, onde se discute os vários tipos de intervenções que existem actualmente).
Para rectificar esta situação, um grupo de investigadores da Universidade do estado da Pensilvânia e a Universidade de Minnesota, realizaram (on-line) durante 3 meses de 2005 uma avaliação de necessidades, para ajudar a responder a quatro questões:
- Até que nível deveriam as intervenções on-line de prevenção da infecção pelo VIH incluir materiais sexualmente explícitos?
- Quais os assuntos de maior interesse?
- Os diferentes grupos de homens que usam a Internet para encontros sexuais ocasionais com outros homens diferem significativamente em relação à aceitação dos conteúdos sexuais explícitos e escolhem diferentes assuntos?
- Quais as fontes de informação mais credíveis e desejáveis?
Um total de 2.716 homossexuais masculinos completaram um inquérito após terem “clicado” num banner (janela de anúncio) do site gay.com. Para serem elegíveis, os participantes concordaram que eram utilizadores homens, maiores de 18 anos, residentes nos EUA e que tinham sexo com homens. Os participantes recebiam 10 dólares após completarem o inquérito, sendo que o pagamento aumentou para 20 dólares, no terceiro mês, para a obtenção um maior recrutamento.
Os participantes eram de etnias diversas, sendo que aproximadamente três quartos declararam não ser brancos: 25,1% eram latinos, 18,9% americanos de origem asiática e 16,4% afro-americanos.
Uma grande proporção (42,7%) tinha idade compreendida entre os 18 e os 24 anos, mas os homens mais velhos também estavam representados: 26,7% tinham entre 30 e 39 anos e 11,8% tinham mais de 40 anos de idade. Quase todos tinham pelo mesmo atingido o ensino secundário e 29% eram estudantes universitários.
Dos 2.322 homens que responderam à pergunta, 20% admitiram que tinham tido mais do que uma relação sexual anal não protegida nos últimos seis meses. Contudo, a grande maioria (95,6%) dos participantes referiu ser seronegativo para o VIH.
Materiais sexualmente explícitos
Os investigadores concluíram que a linguagem, as imagens, representações e media, com um alto grau de explicitação sexual eram bem aceites por todas as idades e etnias. Pelo menos 90% concordou (apenas 3% discordou) que as histórias sexuais e as imagens de homens que envolviam masturbação, sexo oral ou anal, fotografias de pénis, demonstrações explícitas e o uso de calão (em vez de termos técnicos ou médicos) eram bem ou totalmente aceites.
Os autores referem que as imagens menos aceites foram as relacionadas com os actos sexuais entre homem e mulher, pois apenas 74% dos participantes as consideraram aceitáveis, sendo que 13% reagiram de forma neutra e igual percentagem considerou que este tipo de imagens eram de alguma maneira ou totalmente inaceitáveis.
Os homens que referiram ter tido mais recentemente relações sexuais anais não protegidas foram os que maioritariamente consideraram como aceitáveis imagens relativas a sexo em grupo entre homens (90% vs. 85%, p <0.002), mas que significativamente menos aceitavam imagens de actos sexuais homem - mulher (68% vs. 74%, p<0.01).
Não foram encontradas diferenças consistentes em termos de aceitação de materiais sexualmente explícitos entre os homens de diferentes etnias, embora referissem que os participantes brancos se situavam nos extremos, ou seja, como os que mais aceitavam ou como os que menos aceitavam este tipo de imagens.
Áreas de maior ou de menor interesse
Pelo menos 4 em cada 5 homens que participaram no estudo expressaram interesse nos seguintes tópicos: como ser um melhor amante (86%); saúde sexual masculina (86%); aspectos relacionais (83-85%); compreensão da sua própria história sexual e seus efeitos (83%).
Em contraste, os três assuntos com menos interesse foram: ajuda para assumir a homossexualidade (48% referiram interesse, 24% neutrais e 28% sem interesse); avaliação do uso de álcool ou drogas (41% referiram interesse, 25% neutrais e 33% sem interesse); lidar com o abuso sexual (32% interesse, 30% neutros e 38% referiram sem interesse).
Os homens brancos expressaram, de forma consistente, menos interesse pelos assuntos de saúde sexual que os participantes de outras etnias.
Os homens mais velhos mostraram-se mais interessados que os jovens nos assuntos que se referiam ao envelhecimento dos homossexuais e, surpreendentemente, ao correcto uso do preservativo (47% nos grupos com idades compreendidas entre os 30-39 e 40-49 anos versus 60% no grupo dos homens com mais de 50 anos).
Ao contrário, os participantes mais jovens demonstraram mais interesse que os mais velhos nos tópicos sobre como assumir a sua homossexualidade, ter relações anais sem dor e uso de álcool e drogas. Um outro artigo de dois dos co-autores deste estudo, Horvath e Rosser, que examinou os comportamentos de risco dos jovens homossexuais, com idades compreendidas entre os 18 e os 24 anos, que se encontravam através da Internet ou por outros meios, concluiu que os riscos de abuso de álcool ou drogas ou de sexo anal desprotegido não estavam relacionados com o meio escolhido para os encontros sexuais.
Os homens que referiram mais recentemente relações sexuais anais não protegidas foram os que demonstraram maior interesse nos tópicos de avaliação do uso de álcool e drogas, em comparação com os que não referiram este tipo de prática sexual (47% vs. 39%; p <0.002), mas interessaram-se significativamente menos pelos assuntos relacionados com o uso correcto do preservativo (43% vs. 54%; p <0.001), maneiras de se sentir bem consigo próprio (71% vs. 77%; p <0.01) e ajuda para assumir a orientação sexual (41% vs. 49%; p <0.004).
Para além disto, os autores encontraram várias diferenças, com significado estatístico, entre os homens seropositivos para o VIH e os seronegativos, que tinham uma maior magnitude que as diferenças encontradas entre as diferentes etnias, idades ou nível de educação.
Os homens seropositivos para o VIH, em comparação com os seronegativos, tinham significativamente menos interesse por: negociação de sexo seguro on-line (53% vs. 66%; p <0.003); relações sexuais anais sem dor (57% vs. 75%; p <0.001); uso correcto do preservativo (34% vs. 52%; p <0.001), assumir a homossexualidade (29% vs. 49%; p <0.001); e planos a longo prazo para prevenir a infecção/transmissão do VIH (56% vs. 70%; p <0.002).
Fontes de informação
As fontes de informação on-line sobre sexo seguro, infecções de transmissão sexual ou sobre outros assuntos de saúde sexual mais utilizadas pelos homossexuais foram os sites gay, como por exemplo, gay.com (67%) e outros sites na Internet sobre saúde, tais como WebMD, Yahoo! Health e o San Francisco Department os Public Health’s Ask Dr. K (56%).
Apenas 30% dos participantes confiavam em blogs ou em boletins on-line; 29% consultavam sites governamentais, tais como a página do CDC (que os investigadores caracterizaram com “o site líder nacional sobre saúde”); 21% usavam as banais páginas de media; 13% o site das respectivas companhias de seguros de saúde e 9% obtiam informação do seu médico directamente por correio electrónico.
Recomendações
Os autores concluem sugerindo que “os sites de informação geral e especializados em saúde mais populares deveriam conduzir estudos usando membros com comportamentos de risco para avaliar se a informação está acessível, se é credível e se tem valor”.
Dado que certos tópicos não tinham interesse para homens de diferentes idades, etnias, sexo anal não protegido ou estatuto VIH, os investigadores sugerem que, com vista a “reter os participantes, as intervenções na Internet deveriam ser construídas de maneira que a navegação permitisse saltar os tópicos que não são de interesse e que quando o tópico é central (por exemplo, o uso do preservativo) mas com baixo interesse (por exemplo, demonstração sobre o uso correcto do preservativo), deveriam ser tentadas novas técnicas para o motivar os participantes no uso do preservativo”.
Para além disso e uma vez que os homens seropositivos e os homens que têm relações anais não protegidas “estarão entre os que terão mais possibilidade de transmitir ou de se infectar com o VIH, é necessário mais investigação com vista a identificar se, e de que maneira, a prevenção pode atingir este tipo de participantes”.
Concluem, recomendando que os especialistas na promoção da saúde que planeiam a criação de ferramentas de prevenção do VIH baseadas na Internet, deveriam integrar nos sites e focar a sua atenção nos seguintes aspectos: re-envolvimento dos homens seropositivos e dos homens que têm relações anais não protegidas com múltiplos parceiros; considerar o uso “de imagens sexualmente explicitas”; integrar “a prevenção da infecção pelo VIH nos tópicos mais alargados de saúde sexual e mental”; dar atenção aos aspectos de navegação do site; incorporar aspectos, tais como “comunicação entre -pares e contacto com especialistas em comportamento sexual e homossexualidade”.
Referência:
Hooper S et al. An online needs assessment of a virtual community: what men who use the internet to seek sex with men want in internet-based HIV prevention. AIDS Behav 11 published online, April 2008.
Horvath KJ et al. Sexual risk taking among young internet-using men who have sex with men. Am J Public Health 98 (6), published online, June 2008.
